O
QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE CURA?
Tradução do
Artigo “What Does The Bible Say About Healing?” do Pr. Jack
Kelley
Por Jurandir Britto de Freitas
Por
causa de recente luta da minha filha do meio com o câncer (vitoriosa), tive a
oportunidade de estudar o assunto de cura novamente. Ao fazê-lo, cheguei à
conclusão de que a maioria das pessoas formaram suas opiniões sobre cura
através de ouvir dizer e de ensinos falsos ao invés do que a Bíblia realmente
diz sobre isso. Então, o que a Bíblia diz sobre cura? Vamos descobrir.
1
Tendo Jesus partido dali, foi para a sua terra, e os seus discípulos o
acompanharam. 2 Chegando o sábado, passou a ensinar na sinagoga; e muitos,
ouvindo- o, se maravilhavam, dizendo: Donde vêm a este estas coisas? Que
sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais maravilhas por suas
mãos? 3 Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e
Simão? E não vivem aqui entre nós suas irmãs? E escandalizavam- se nele. 4
Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, senão na sua terra, entre
os seus parentes e na sua casa. 5 Não pôde fazer ali nenhum milagre, senão
curar uns poucos enfermos, impondo- lhes as mãos. 6 Admirou-se da incredulidade
deles. Contudo, percorria as aldeias circunvizinhas, a ensinar.
(Mc 6:1-6)
Algumas
pessoas usam esta passagem como um exemplo para mostrar que o Senhor se
recusava a curar as pessoas, às vezes. Mas uma leitura clara mostra que era a sua
falta de fé, não a Sua recusa em fazer, que resultou em apenas algumas pessoas
doentes sendo curadas. Por causa de que o povo da cidade natal do Senhor O
havia conhecido desde a infância, sua fé em Seu poder sobrenatural era fraca,
tão fraca, de fato, que "tudo" o que Ele pode fazer foi curar algumas
pessoas doentes. Poderia o Deus do Universo ser confinado pelo grau da nossa
fé? Parece ser dessa maneira.
Em
contraste, durante todo o Seu ministério, onde quer que fosse, inúmeras pessoas
foram curadas. Elas O seguiam a pé por dias, às vezes se afastando de 50 a 60
milhas de casa sem comida ou abrigo. Em duas ocasiões que conhecemos Ele próprio
as alimentou porque não havia nada para comerem. Em Mateus 14:13-21, Ele
alimentou cinco mil, acrescido de um número adicional de mulheres e crianças. E,
em Mateus 15:29-39, foram 4.000 a mais, além de mulheres e crianças.
Quando
as pessoas ouviam que Ele estava vindo para a sua cidade, traziam os seus
enfermos para a praça onde esperaram, aguardando para serem curados e, aos
milhares, eles o eram. Eles criam nisso, esperavam isso e experimentavam isso.
Olhe para estes exemplos.
23
Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho
do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo. 24 E a
sua fama correu por toda a Síria; trouxeram- lhe, então, todos os doentes,
acometidos de várias enfermidades e tormentos: endemoninhados, lunáticos e
paralíticos. E ele os curou. 25 E da Galiléia, Decápolis, Jerusalém, Judéia e
dalém do Jordão numerosas multidões o seguiam.
(Mt 4:23-25.)
34
Então, estando já no outro lado, chegaram a terra, em Genesaré. 35
Reconhecendo- o os homens daquela terra, mandaram avisar a toda a
circunvizinhança e trouxeram- lhe todos os enfermos; 36 e lhe rogavam que ao
menos pudessem tocar na orla da sua veste. E todos os que tocaram ficaram sãos.
(Mt 14:34-36)
Eu
Quero Fazer Isso
E
não era só Jesus. Ele deu esse poder de cura para os seus discípulos também,
para nos mostrar que Ele poderia operar esses milagres através de homens de fé.
(Mais tarde, em João 14:12, Ele expandiu essa autoridade, dizendo que qualquer pessoa
com fé nEle faria o que Ele estava fazendo. Isso significa que você e eu também
temos a autoridade para curar os doentes em Seu nome!)
6
Admirou-se da incredulidade deles. Contudo, percorria as aldeias
circunvizinhas, a ensinar. 7 Chamou Jesus os doze e passou a enviá-los de dois
a dois, dando-lhes autoridade sobre os espíritos imundos. 12 Então, saindo
eles, pregavam ao povo que se arrependesse; 13 expeliam muitos demônios e
curavam numerosos enfermos, ungindo- os com óleo.
(Mc 6:6,7,12,13)
15
a ponto de levarem os enfermos até pelas ruas e os colocarem sobre leitos e
macas, para que, ao passar Pedro, ao menos a sua sombra se projetasse nalguns
deles. 16 Afluía também muita gente das cidades vizinhas a Jerusalém, levando
doentes e atormentados de espíritos imundos, e todos eram curados.
(At 5:15,16)
11
E Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários, 12 a ponto de levarem
aos enfermos lenços e aventais do seu uso pessoal, diante dos quais as
enfermidades fugiam das suas vítimas, e os espíritos malignos se retiravam.
(At 19:11,12)
8
Em Listra, costumava estar assentado certo homem aleijado, paralítico desde o
seu nascimento, o qual jamais pudera andar. 9 Esse homem ouviu falar Paulo,
que, fixando nele os olhos e vendo que possuía fé para ser curado, 10 disse-
lhe em alta voz: Apruma-te direito sobre os pés! Ele saltou e andava.
(At 14:8-10)
As
coisas são, certamente, diferentes hoje. Agora, se nossas orações de cura não
são respondidas ou arranjamos desculpas por Deus (não era a Sua vontade ou não
era Seu tempo) ou O culpamos (Ele não cura as pessoas mais). E, no entanto, em
nenhum lugar no Novo Testamento, quando solicitados a curarem alguém, Jesus ou
os apóstolos disseram: "Não é a vontade de Deus", ou "Não é o
Seu tempo", ou "Nós não estamos fazendo mais isso".
A
única vez que um homem Lhe perguntou se estava disposto, Jesus respondeu: "Eu
estou disposto" (Mt 8:2,3.) A única vez que um homem perguntou se era
capaz, Jesus respondeu: "Se você acredita, eu sou capaz" (Mc 9:23) A
única vez que amigos de um homem tentaram convencê-Lo que era tarde demais
porque sua filha tinha morrido, Jesus disse:" Não tenha medo, apenas creia
e ela será curada” (Lc 8:50).
Isso
Foi Então, Isto É Agora
Hoje,
algumas partes da Igreja ensinam que os dons do Espírito, incluindo a cura,
foram retirados após o tempo da Igreja Apostólica, usando 1 Coríntios 13:8-10
abaixo como sua justificação. Na minha opinião esta é uma posição incorreta,
com base numa interpretação errada da passagem. Vamos lê-la.
8
O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas,
cessarão; havendo ciência, passará; 9 porque, em parte, conhecemos e, em parte,
profetizamos. 10 Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte
será aniquilado. (1 Co 13:8-10).
Aqueles
que negam que os dons ainda estão sendo concedidos dizem que esses versículos
se referem à conclusão do cânon do Novo Testamento. Eles dizem que os dons eram
para o tempo em que a Igreja não tinha a palavra completa de Deus e os
apóstolos tinham que confiar em seus dons espirituais para edificar a Igreja.
Mas
Paulo prosseguiu dizendo que agora vemos apenas um reflexo obscuro, então veremos
face a face. Agora, conhecemos em parte, então conheceremos plenamente, como
somos totalmente conhecidos (1 Co 13:12). A primeira vez que esta afirmação
será verdadeira será logo após o Arrebatamento, quando estaremos em pé diante
do Senhor em nossos corpos perfeitos. Esse é o momento em que João disse que
vamos ser como o Senhor porque O veremos como Ele é (1 Jo 3:2). É quando a perfeição
virá e, uma vez que não vamos mais precisar deles, é quando os dons cessarão.
Até então, eles são nossos para usarmos.
Outro
grupo ensina que os dons do Espírito tinham a intenção de ser um sinal para
Israel de que o Espírito Santo poderia ser derramado também sobre os gentios.
Eles afirmam que, após o Concílio de Jerusalém, quando o acesso direto para a Igreja
foi dado aos gentios, os dons cessaram porque Israel estava sendo posto de lado
e a Igreja viria a ser predominantemente gentílica. Como prova disso dizem que Paulo
nunca realizou quaisquer curas mais após o Conselho se reunir. E, no entanto,
depois que Paulo se lavou na ilha de Malta, após ter naufragado, ele curou o
pai de Públio, o oficial principal da ilha, e todos os outros moradores que
estavam doentes, também (At 28:7,9).
Para
apoiar a sua afirmação de que Deus nem sempre concorda em nos curar, alguns
ensinam que Ele se recusou a curar Paulo, embora ele pedisse por cura três
vezes. Este é um outro ensino comprovadamente falso.
Para
obter o contexto, vamos ler as palavras de Paulo em 2 Coríntios 12:7-9.
7
E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto
um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que
não me exalte. 8 Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de
mim. 9 Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se
aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas,
para que sobre mim repouse o poder de Cristo.
Agora
vamos aprender o que a passagem realmente diz. A palavra “espinho” literalmente
significa uma estaca apontada e recorda uma situação em Juízes 2, quando os
israelitas não conseguiram livrar a terra de todos os seus habitantes
anteriores como Deus havia ordenado (Dt 20:16-18). Por causa de sua incapacidade
de obedecer a Ele, o Anjo do Senhor declarou que essas pessoas se tornariam
inimigos perpétuos para se oporem fisicamente aos israelitas e iam distraí-los espiritualmente.
Ele então cunhou a frase o "espinho em seus lados" para simbolizar a
sua oposição física e espiritual. Daquele dia até hoje, essas pessoas têm
infligido maus-tratos físicos incríveis sobre o povo de Deus.
A
palavra “esbofetear” na verdade significa bater com o punho ou espancar. Ele
também vem de uma raiz que significa punir fisicamente.
Em
ambas as palavras há uma clara implicação de ataque físico. Assim, a história
real do espinho na carne de Paulo vai mais para isso. Em todos os lugares onde
foi, ele foi abusado fisicamente. Ouça sua própria versão de 2 Coríntios 11:23-26:
23
São ministros de Cristo? (Falo como fora de mim.) Eu ainda mais:em trabalhos,
muito mais; muito mais em prisões; em açoites, sem medida; em perigos de morte,
muitas vezes. 24 Cinco vezes recebi dos judeus uma quarentena de açoites menos
um; 25 fui três vezes fustigado com varas; uma vez, apedrejado; em naufrágio,
três vezes; uma noite e um dia passei na voragem do mar; 26 em jornadas, muitas
vezes; em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos entre
patrícios, em perigos entre gentios, em perigos na cidade, em perigos no
deserto, em perigos no mar, em perigos entre falsos irmãos;
Exorto-os
a estudar cuidadosamente esses eventos no Livro de Atos. Por exemplo, em
Filipos, Paulo e Silas foram despidos e severamente espancados com varas. A
carne em suas costas estava machucada e sangrando e a dor era incrível, mas foram
levados para a prisão sem atenção médica, suas mãos e pés presos em ganchos,
forçando-os a se sentarem em uma posição ereta, tornando o sono praticamente
impossível, mesmo se a dor o tivesse permitido.
Mas,
à meia-noite, ouviram eles cantando hinos de louvor e as portas da prisão se
abriram, libertando-os. Eles foram para a casa do carcereiro, que os lavou e
alimentou. Os milagres que tinham visto fizeram toda a sua família ser salva
naquela noite. Na manhã seguinte, quando foram libertados oficialmente, eles
caminharam 30 milhas para Anfípolis sem terem recebido nenhum tratamento médico
e nem tido tempo de recuperação, nem mesmo uma noite de sono. (At 16:22-40). O
Senhor os tinha curado.
Mas
um incidente anterior em Listra é, talvez, o mais dramático. Um grupo de judeus
irados de Antioquia e de Icônio havia seguido Paulo à Listra. Quando se
encontraram com ele pegaram em pedras e o apedrejaram. (At 14:19,20).
Lembre-se, o apedrejamento era o método judaico de execução. Ele consistia em
imobilizar uma pessoa, às vezes por enterrá-la até a cintura, e depois
arremessar pedras contra a cabeça e parte superior do corpo até que morresse.
Acreditando
que tinham sido bem sucedidos e que Paulo estava morto, arrastaram o corpo para
fora, ao lado da cidade, e o deixaram lá para os cães selvagens o comerem. Mas
os crentes se reuniram em torno dele e oraram. Paulo se levantou e voltou para
a cidade com eles. No dia seguinte, caminhou 25 milhas para Derbe. É como voltar
para casa depois da sua execução; isso simplesmente não acontece.
Estes
são exemplos incríveis do poder milagroso de Deus. Contrariamente à interpretação
incorreta de 2 Coríntios 12:7-9, Paulo foi fisicamente curado pela graça de
Deus, vez após vez. Ele foi resgatado do mar aberto e, até mesmo, ressuscitou
dentre os mortos. Foi um grande testemunho da força de Deus que se aperfeiçoou
na fraqueza de Paulo.
Sua
Fé Lhe Curou
Quando
você exclui as versões duplicadas, alguma variação da frase "a sua fé lhe
curou" aparece sete vezes nos Evangelhos. Em sete vezes o Senhor creditou
à fé da pessoa para a sua cura. Sete é o número da conclusão divina. Ele sabe
que Seu poder de curar é constante. A variável é a nossa fé. Isto me levou a
concluir que um evento miraculoso é, simplesmente, a interseção do poder
constante de Deus com a fé de um crente.
E, assim, a fé vem pela pregação, e
a pregação, pela palavra de Cristo (Rm 10:17). A vida era
muito mais tênue nos tempos bíblicos que em nossa época, que não podemos
começar a imaginar a diferença. Também não podemos entender o quão mais perto
de Deus estavam. Sua fé era real, o componente mais crítico de sua vida.
Aqueles que podiam, liam a Bíblia. Aqueles que não podiam, ouviam aqueles que
podiam. Suas vidas centravam-se em torno do estudo de Sua Palavra. Não havia
qualquer indústria do entretenimento e eles contavam as histórias dos heróis
bíblicos para seus filhos. Eles discutiam teologia uns com os outros. Todo
homem de 12 anos de idade para cima sabia a Torá de cor. Tudo isso era feito em
obediência à palavra de Deus.
4
Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR. 5 Amarás, pois, o SENHOR,
teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. 6
Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; 7 tu as inculcarás
a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e
ao deitar- te, e ao levantar- te. 8 Também as atarás como sinal na tua mão, e
te serão por frontal entre os olhos. 9 E as escreverás nos umbrais de tua casa
e nas tuas portas. (Dt 6:4-9)
Não
havia empresas farmacêuticas e nem hospitais. Os médicos eram os sacerdotes.
Deus prometeu-lhes que, se obedecessem a Seus mandamentos, Ele observaria isso
de tal maneira que não iriam pegar as doenças dos egípcios. (Ex 15:26). Deus
era seu curador e, quando fossem obedientes, desfrutariam de vidas seguras
saudáveis iguais ou mais longas que a nossa,
e cada pedaço era gratificante. Foi medicina preventiva em sua forma mais pura
e produzia expectativa de vida em seu tempo semelhante ao de nosso tempo hoje
(Sl 90:10).
2
Se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas
estas bênçãos:3 Bendito serás tu na cidade e bendito serás no campo. 4 Bendito
o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e as
crias das tuas vacas e das tuas ovelhas. 5 Bendito o teu cesto e a tua
amassadeira. 6 Bendito serás ao entrares e bendito, ao saíres. 7 O SENHOR fará
que sejam derrotados na tua presença os inimigos que se levantarem contra ti;
por um caminho, sairão contra ti, mas, por sete caminhos, fugirão da tua
presença. 8 O SENHOR determinará que a bênção esteja nos teus celeiros e em
tudo o que colocares a mão; e te abençoará na terra que te dá o SENHOR, teu Deus.
(Dt 28:2-8)
Já
escrevi várias vezes da promessa do Senhor de atender à todas as nossas
necessidades, se nós apenas buscarmos o Seu reino e a Sua justiça (Mt 6:31-33).
Estes são ambos imputados a nós pela fé. Não é para nos preocuparmos com nossas
vidas aqui, porque o Senhor prometeu nos prover. Nosso trabalho é confiar nEle.
Mesmo em tempos de provação temos que viver pela fé, não por visão (2 Co 5:7).
Paulo nos admoestou a não focarmos nas coisas que podem ser vistas porque elas
são temporárias. Devemos fixar os olhos sobre as coisas que não podem ser vistas,
porque são eternas. (2 Co 4:18). Deus vai cuidar do resto.
Israel
foi requerido a obedecer os mandamentos de Deus para desfrutar de saúde e
segurança. A Igreja é chamada a acreditar em Suas promessas, como em Mateus 6:31-33
e, especialmente, o abaixo.
14
Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam
oração sobre ele, ungindo- o com óleo, em nome do Senhor. 15 E a oração da fé
salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados,
ser-lhe-ão perdoados. 16 Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e
orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a
súplica do justo. (Tg 5:14-16).
Em
outro estudo, vamos falar sobre o porquê que orações para a cura nem sempre
produzem resultados imediatos e o que podemos fazer sobre isso. Vejo você
então. 15-08-15
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